terça-feira, 23 de julho de 2013
quarta-feira, 1 de maio de 2013
quinta-feira, 11 de abril de 2013
domingo, 6 de janeiro de 2013
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
domingo, 25 de novembro de 2012
Café contra o câncer

Beber algumas xícaras de café por dia pode reduzir o risco de desenvolver câncer de intestino, revelou uma recente pesquisa. Voluntários que tomaram quatro xícaras de café por dia tiveram o risco de ter tumores intestinais reduzido em 15%. Já nos que consumiram seis xícaras por dia esse índice subiu para 40%. O estudo, conduzido por pesquisadores do US National Câncer Institute, em Rockville, Maryland, foi publicado na última edição do American Journal of Clinical Nutrition.
Esse tipo de tumor ataca mais de 40 mil pessoas por ano na Inglaterra. No Brasil, estima-se que em 2012 haverá 520 mil novos casos de câncer e, desses, aproximadamente 20 mil serão de intestino, o quinto tipo mais comum. Acredita-se que as principais causas estejam associadas ao consumo de gordura, carne vermelha em excesso e sedentarismo.
Pesquisas recentes haviam demonstrado que o café diminui as mortes por ataque cardíaco, doenças respiratórias, derrame e infecções, mas não as causadas por câncer, além de ser benéfico para a redução do colesterol ruim.
A pesquisa foi conduzida também pelo Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos e pela AARP, Associação Americana de Aposentados.(De Club Alfa)
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
A Língua do Café
Foi lá por mil, seiscentos… dezasseis
Com os caminhos marítimos abertos
Já mais nada era longe, tudo, perto
Que atinou-se o interesse do holandês
P’ra o valor do café. Tanto ele fez
Que venceu numa grande emulação
O francês, o italiano e o alemão
Via Moka, levaram para a Holanda
O que nunca se viu naquela banda
Em estufas, na fria Amsterdão
Foi então que o francês, por um desvio
Lançou mão do café e lá em Dijon
Replantou ao ar livre e não foi bom
Bem merece um apupo e um assobio
Essa planta é do quente e não do frio!
Mas preciso é errar p’ra que se aprenda
O Mercado Flandrino segue a senda
Plantam pés na colónia tropical
Indonésia, e começa o carnaval
O café a fazer juz a tanta lenda
Já na corte do rei, dito O Rei Sol,
Há que tempo, o café ditava a moda
Solimão Aga, um turco da alta roda
Festas fez, com café!.. Qual um farol
Reflectindo sua luz pelo arrebol
Luís XIV era muito bajulado
Dos presentes, um foi predestinado
Em oferta das Terras Baixas, veio
Lindo pé de café de um metro e meio
Que no “Jardin des Plantes”, foi plantado
Esse pé de café tão bem cuidado
Em Paris, só servia de ornamento
Mas jamais tal caiu no esquecimento
Pois ele é o mais antigo antepassado
Dos sabidos, que foram pr’o outro lado
Desse mundo, que é o Novo, onde outra vez
Já medravam cafeeiros do holandês
Filho do de Paris, na Martinica
Neto vai pr’a Guiana, por lá fica
E, de lá, p’ró Mercado Português
Com os caminhos marítimos abertos
Já mais nada era longe, tudo, perto
Que atinou-se o interesse do holandês
P’ra o valor do café. Tanto ele fez
Que venceu numa grande emulação
O francês, o italiano e o alemão
Via Moka, levaram para a Holanda
O que nunca se viu naquela banda
Em estufas, na fria Amsterdão
Foi então que o francês, por um desvio
Lançou mão do café e lá em Dijon
Replantou ao ar livre e não foi bom
Bem merece um apupo e um assobio
Essa planta é do quente e não do frio!
Mas preciso é errar p’ra que se aprenda
O Mercado Flandrino segue a senda
Plantam pés na colónia tropical
Indonésia, e começa o carnaval
O café a fazer juz a tanta lenda
Já na corte do rei, dito O Rei Sol,
Há que tempo, o café ditava a moda
Solimão Aga, um turco da alta roda
Festas fez, com café!.. Qual um farol
Reflectindo sua luz pelo arrebol
Luís XIV era muito bajulado
Dos presentes, um foi predestinado
Em oferta das Terras Baixas, veio
Lindo pé de café de um metro e meio
Que no “Jardin des Plantes”, foi plantado
Esse pé de café tão bem cuidado
Em Paris, só servia de ornamento
Mas jamais tal caiu no esquecimento
Pois ele é o mais antigo antepassado
Dos sabidos, que foram pr’o outro lado
Desse mundo, que é o Novo, onde outra vez
Já medravam cafeeiros do holandês
Filho do de Paris, na Martinica
Neto vai pr’a Guiana, por lá fica
E, de lá, p’ró Mercado Português
Era uma vez, era uma vez, era uma vez...
E o Brasil,
o que foi que ele fez?
Ele fez o café
falar português!
E o Brasil,
o que foi que ele fez?
Ele fez o café
falar português!
(desconheço autoria/ por Regina)
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